Bem vinda/o
Conheça nosso manifesto

Somos um movimento em defesa da Psicologia no Brasil.
Através de nossas experiências profissionais, em pesquisas, na docência e ocupando Entidades da Psicologia dentre elas o Conselho Federal e Conselhos Regionais de todo Brasil, buscamos discutir estratégias para transformar a realidade da profissão e garantir que todos tenham acesso a um atendimento psicológico de qualidade.
Sobre a Frente Psi em Defesa da Psicologia

Nossas Defesas
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Trabalho digno: A trabalhadora e o trabalhador da Psicologia são constantemente demandadas(os) a sustentar processos de cuidado, escuta e acolhimento diante do sofrimento contemporâneo, na formação humana e promoção de bem-viver. Torna-se necessária uma remuneração que permita viver sem acumular atendimentos e tarefas, além do sustentável, com vínculos de estabilidade, proteção e jornadas compatíveis com a saúde de quem cuida. A precariedade não é somente injustiça econômica; compromete a qualidade do cuidado e adoece quem trabalha.
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Formação qualificada: Universidades com elevada qualidade ética e acadêmica e atentas aos novos desafios da profissão, valorização do trabalho docente em todas as suas formas e defesa pela presencialidade do curso de graduação: tal conquista impediu que o Ensino à Distância (EAD) tomasse conta da formação, garantindo que os cursos de Psicologia permaneçam presenciais. A Psicologia se faz com presença, e um diploma sem formação sólida prejudica o exercício profissional e as pessoas que serão atendidas.
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Ciência e qualidade técnica: A ciência é a base do nosso trabalho profissional qualificado, sendo a garantia de que a Psicologia responda com responsabilidade às pessoas e instituições. Defendemos o rigor metodológico e a diversidade teórica como valores complementares, recusando tanto o dogmatismo que reduz a Psicologia a um único modelo quanto o anticientificismo de práticas sem evidências que desinformam a sociedade e causam danos reais a quem é atendido.
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Soberania frente à tecnologia: Plataformas digitais e inteligência artificial já estão transformando o exercício profissional e, muitas vezes, sem que a categoria tenha sido consultada. Defendemos a regulação dessas tecnologias nas nossas áreas de atuação, a proteção dos dados de profissionais, pacientes e usuários, e a construção de alternativas coletivas que priorizem a atuação ética, a saúde e o bem-estar da(o) profissional. Além de criticar, precisamos disputar este território com inteligência argumentativa e realista.
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Psicologia nos territórios e nas políticas públicas: A Psicologia precisa estar onde se produz o sofrimento e onde os direitos precisam ser garantidos: no SUS e na saúde mental, no SUAS e na assistência social, nas escolas e na educação pública, nos sistemas de justiça e socioeducativo, nas prisões, nas emergências e desastres, nos territórios rurais, nas periferias, nas florestas, nas fronteiras, nos quilombos, nas comunidades indígenas. Não como presença simbólica e sim como campo estruturante de atuação profissional, com equipes, condições e reconhecimento. Defendemos políticas públicas que garantam esse lugar.
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Direitos humanos e democracia: Esse é o compromisso ético que a Psicologia Brasileira vem construindo há décadas, inclusive na luta pela redemocratização, que pertence à profissão inteira. Não abrimos mão dele. Isso significa defender o direito à diferença, à pluralidade de existências, à vida livre do racismo, do machismo, da LGBTQIAPN+fobia, do capacitismo e de todas as formas de discriminação.
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Pluralidade e unidade do campo: A Psicologia brasileira é rica em suas abordagens teóricas, em seus diversos contextos de atuação e em suas tradições de pesquisa. Essa diversidade é um patrimônio a ser celebrado e ampliado. Investimos no fortalecimento da pluralidade do nosso exercício profissional e nos comprometemos a manter, ampliar e consolidar vínculos com as entidades científicas, profissionais, sindicais e estudantis que organizam e articulam o campo de construção e práxis da Psicologia.
